domingo, 1 de setembro de 2013

Momentos III. Do cocktail em Lisboa ao (quase) pequeno almoço em Albufeira...

Noite de Agosto. Quente. Terrace de um Hotel no centro de Lisboa. Cocktail. Gente bonita. Ela chegou de vestido azul escuro. Um vestido anos 50. Decote justo. Corte descido nas costas. Cintura vincada. Rodado. Comprimento que lhe cobria os joelhos. Os saltos altos conferiam elegância. Ele estava junto ao bar quando ela chegou. Alto. Cabelo encaracolado e olhos azuis. Roupa clara. Blazer azul bebé.  Trocaram olhares. Sorrisos. Não muito mais.
Ela aproximou-se do bar. Ele aproximou-se dela. Sem desviar dele o olhar, perguntou ao barman se tinha um cocktail especial... especial para mulheres divorciadas, soltando uma gargalhada. Ele riu-se com ela.
- Sexy Lexy é o cocktail ideal para si.
- Sexy? Só por isso já gosto! É isso que eu quero!
Ele aproveitou a deixa.
- Sabe sempre o que quer? Ela não lhe respondeu logo. Olhou nos olhos e após alguns segundos:
- Quando entrei quis conhecê-lo!
- E já não quer?
- Quis conhecê-lo e agora estou a falar consigo! Quando quero... normalmente, consigo.
- Rui e?
- Laura.
- Está a gostar da festa?
- É uma festa fancy.
- Eu começo a estar cansado. Já percebi que nada vai acontecer.
- Nada como?
- Não vai haver nem pancada, nem gente nua... logo, não me interessa. Não há hormonas... apenas gente que se acha importante. Posso convidá-la para tomar uma bebida?
- Mas eu estou já estou a beber Sexy Lexy!
- Sim. Pode terminar. Refiro-me depois... Podemos sair e ir beber um copo. No "À margem"! Conhece?
- Naturalmente que sim. Mas já passa das 23h... Bom, hoje é sábado. Acho que fecha às 2h.
Saíram do cocktail em direcção ao carro dele. A caminho do Marquês ele partilha a sua paixão por carros e por conduzir. Ela provoca-o.
- Se gosta de conduzir podemos ir tomar a bebida a Albufeira. Aqui a distância é muito curta para eu poder perceber o que me está a dizer.
- E porque não? Entrou no tunel em direcção à A2.
- Onde vamos?
- Tomar o pequeno almoço a Albufeira.
Está louco, pensou. De repente estava em cima da ponte 25 Abril. Lisboa nas suas costas. Num carro desportivo conduzido por um homem ainda mais inconsequente do que ela.
- Mas eu estava a brincar. Era uma provocação. Albufeira é muito longe.
Ele cedeu. Substituiu Albufeira por Setúbal. Estrada em direcção ao Portinho da Arrábida. A lua estava muito brilhante. A viagem por entre as árvores deixava, de quando em vez, ver a lua e o seu brilho reflectido no mar. Ele colocou a mão na mão dela. Ela não o dissuadiu. Estacionou o carro. Olhou-a longamente. Ela retribuiu o olhar sem nada dizer. Sentiu a mão dele no seu pescoço - e o coração acelerado também. Há aquele formigueiro na barriga. A adrenalina do desconhecido e imprevisto.
Beijou-a.
Um beijo carregado de desejo. Voraz. Ela retribuiu.
- Quer ir passear na praia?
- Podemos ir. Posso colocar o casaco pelos ombros por causa da maresia.
Ao chegar junto a areia tirou os sapatos. O contraste entre a simplicidade dos pés descalços e o vestido elegante de noite excitaram-no. Pediu-lhe que se sentasse numa escada de acesso a um posto de vigia. Queria contemplar os pés dela. Ela riu-se. Sentou-se. Agarrou-lhe um dos seus pés. De modo suave limpou-lhe a areia. Encostou o pé aos lábios. Beijou. E ela sentiu. Arrepiou-se. Continuou. Chupou-lhe os dedos. E ela sentiu. Sentiu um prazer diferente. Um arrepio que lhe subia as pernas e a fazia querer mais. Apeteceu-lhe tocar-se. Ele continuava a chupar-lhe os dedos dos pés. Agora com os dois pés nas mãos. Ela esticava as perna e contraia os músculos das verilhas a cada vez que sentia aquele arrepio.
- hum. Isso que me está a fazer é muito bom.
- Gosta?
- Arrepia-me.
- Não imagina como isto me excita. Quer sentir?
Sem que ela verbalizasse uma resposta, colocou-o entre os seus pés, ainda por cima das calças de tecido. Ela sentiu-o. Em movimentos para cima e para baixo, sentiu-o cada vez maior e mais duro. Que caralho bom, pensou. E já não eram apenas arrepios. A sua cona começava a palpitar de desejo. Por muito que contraísse as verilhas, queria mais... queria tocar-se... tocar os mamilos já salientes no vestido... tocar o clitóris que sentia quase explodir. E tocou-se... Por cima do vestido, enquanto dele não desviava o olhar.

- Isso. Gosto de a ver tocar-se. Puxe a saia. Mostre-me... Quero ver...
Ela puxou a saia desnudando as pernas, que com a luz da lua, brilhavam. Desviou as cuecas com uma mão e com a outra levou saliva desde a boca ao seu clitóris... hum... que arrepio de prazer. Toques suaves - como se de festas se tratase - num clitóris cada vez mais inchado e saliente. Ele abriu as calças e delas fez sair um pau duro e grosso. Encheu-o de saliva e com firmeza o entalou entre os pés dela. Ela de pernas esticadas, comprimia a sua cona - que sentia escorrer - e tornava ainda mais saliente aquele botão de carne rosa, que sentia apoderar-se de vida própria. hum... vais-me foder com esse caralho bom... pensava ela, enquanto ostensivamente se tocava.


- Estou fascinado com a sua boca. Os seus beijos são quentes. Imagino-me dentro da sua boca. Imagino-me a crescer na sua boca.
O tratamento por você excitava-a. hum... e sentir aquele pau na sua boca. Mas sabia que depois disso seria inevitável querer senti-lo... desejava umas valentes estocadas.
- E eu imagino-o a passar a língua no meu clitóris. Assim. com as minhas penas esticadas. hum... olhe... olhe como esta inchado. E ele fez deslizar as suas cuecas ao longo das pernas. E passou a língua... primeiro devagar, aberta. Cuspiu-lhe saliva. Abocanhou-me a vulva. Labeu. Chupou. Exasperou-a entre os movimentos lentos - que a quase fizeram vir - e os rápidos que a faziam ansiar por preenchimento... pelo pau duro que ele masturbava com a sua mão. Contraía as pernas esticadas enquanto ele a lambia e com os dedos - que aproximava por trás - a sentia escorrer. Pressionava-lhe o orifício carnudo do rabo e sentia-lhe a cona húmida... e quente, muito quente.
- mmmmm... ai... assim vai fazer-me vir.
- venha-se... venha-se toda para mim...
E continuou a lamber-me o clitóris, a estimular-me com os dedos e eu a imaginar-me fodida... fodida por ele.
- huhuuhhmmm ai.... vou-me vir... hummmmm... bommmmmmm...
No segundo seguinte encheu-lhe a boca com o caralho duro.
- Chupe-me o caralho. Vou-me esporrar todo na sua boca... na sua cara Ai... que delícia... hum... isso... humm... isso, continue... Ai que me estou quase a vir... Vou esvaziar os colhões na sua boca... hum... tome doutora, tome... é tudo para si... hum...

(Continua)



10 comentários:

  1. Quando vi teu comentário no meu blog, corri para o teu, e que cantinho delicioso heim Laura.
    Já inclui ele na barra lateral do meu "Cenas Muito Quentes" como blog favorito.

    Parabéns, voltarei aqui com toda certeza!

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    1. Obrigada pelo teu comentário Edgar.
      Meu cantinho é ainda um aprendiz comparado com o teu, mas "vou manter quentinho aqui" :)!
      Até já... aqui ou aí do teu lado.

      Beijo n´OsLábios

      Laura Rouge

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  2. Olá. (esperando ansiosamente a continuação), ui..
    o sexo num 1º.encontro é algo de fascinante pela descoberta. Todos, homens e mulheres somos diferentes, e inclusive a foder.. ;-)
    Vejo que adoras linguagem de cama, eu também :.)

    Beijo*
    TouOlharParaTi

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    1. Olá JL,
      Prometo a continuação em breve. Será numa cama :) ali para os lados da IC19!
      Beijo-te n´OsLábios.

      Laura Rouge.

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  3. Gosto-te!
    Ainda bem que me despertas-te para aqui... Parabéns!
    Beijo

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    1. Hum gosto-te é muito bom :)
      Beijo-te n´OsLábios

      Laura Rouge

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  4. Excelente conto,vou voltar para a continuação
    Passei para retribuir a visita e voltarei de certeza mais vezes

    Beijos Magicos

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    1. Obrigada Gandalf, até já...
      Beijo-te n´OsLabios

      Laura Rouge

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  5. Respostas
    1. ... a loucura foi maior nas cenas dos próximo capítulos :! True story? Isso agora ... :) What do you think?

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